A dívida de um amigo meu empresário médio é de mais de 30 milhões, o faturamento dele de 2 meses mata a dívida se ele quiser, mas ele nem esquenta. Pra ele é "troco de pinga"! Se eu estiver com uma dívida de 30 milhões, sendo um CLT, eu estou fudidaço!
Essa é a diferença da dívida dos EUA, Japão, Alemanha para a dívida do Brasil!
Não temos capacidade de pagamento nenhuma! Somos um CLT fudido que temos 1 pib de dívida rindo do mega empresário que tem 2 pib de dívida mas extrema capacidade de produzir.
O que importa é quem financia, em que moeda, a que custo e com que credibilidade institucional.
Nos Estados Unidos, a dívida acima de 100% do PIB ocorre em um contexto singular: o país emite a principal moeda de reserva global, possui mercados financeiros profundos e alta demanda por seus títulos. Isso permite rolar a dívida com custos relativamente baixos e previsíveis, mesmo em patamares elevados. O risco não é de insolvência imediata, mas de pressões fiscais futuras, especialmente via juros mais altos ou disputas políticas sobre o teto da dívida.
A dívida de um amigo meu empresário médio é de mais de 30 milhões, o faturamento dele de 2 meses mata a dívida se ele quiser, mas ele nem esquenta. Pra ele é "troco de pinga"! Se eu estiver com uma dívida de 30 milhões, sendo um CLT, eu estou fudidaço!
Essa é a diferença da dívida dos EUA, Japão, Alemanha para a dívida do Brasil!
Não temos capacidade de pagamento nenhuma! Somos um CLT fudido que temos 1 pib de dívida rindo do mega empresário que tem 2 pib de dívida mas extrema capacidade de produzir.
A dívida calculada em múltiplo do PIB é exatamente pra pôr a capacidade de pagamento em perspectiva.
O que importa é quem financia, em que moeda, a que custo e com que credibilidade institucional.
Nos Estados Unidos, a dívida acima de 100% do PIB ocorre em um contexto singular: o país emite a principal moeda de reserva global, possui mercados financeiros profundos e alta demanda por seus títulos. Isso permite rolar a dívida com custos relativamente baixos e previsíveis, mesmo em patamares elevados. O risco não é de insolvência imediata, mas de pressões fiscais futuras, especialmente via juros mais altos ou disputas políticas sobre o teto da dívida.
Alguém apresenta pra eles o Desenrola Brasil
Se colocar o Haddad lá, resolve o problema
Espanha é 102%. França é 116% e Cingapura 173%. Estado grande não custa barato
editado em 6 de mai. de 2026 08:41Só levar o Zema para lá para privatizar a Nasa.
E colocar as crianças pra trabalhar.